As Boas Novas do Natal

   “Muito mais além da ceia farta, da família reunida e da troca de presentes, o Natal tem seu verdadeiro sentido e razão de ser
  Não sei que razões o levaram a clicar nesse texto. Talvez tenha sido atraído pelo título ou pelo tema, ou talvez porque só queria mesmo ler algo interessante. A causa mais plausível que posso pensar no momento, enquanto escrevo, é que provavelmente esteja se sentido só, triste, deprimido, esquecido, abandonado; ou quem sabe irado, porque alguém que julgava amá-lo (a) demais o deixou sem mais nem menos, ou porque está sem dinheiro (quem tem de sobra?), ou por que acredita que seus pais não o amam. Enfim, motivo é que não falta não é mesmo? E o que mais quer encontrar agora é uma palavra de consolo, de orientação, de ajuda. Especialmente por estarmos às portas do Natal e no fim de mais um ano. Espero jamais desapontá-lo! Então vamos lá!
Já lhe ocorreu que no nosso dia-a-dia fazemos muitas coisas quase que mecanicamente, por força da rotina, sem mesmo questionar por que razão estamos fazendo isso? Pensemos, por exemplo, no Natal. Todo fim de ano é sempre a mesma coisa, e já dá até para saber como vão ser as coisas. A família reunida em torno da mesa cheia e farta, os familiares e amigos juntos, aquele parente distante agora presente na casa. De repente, a troca de presentes, de cumprimentos, de felicitações, sorrisos largos e muitas vezes amarelos… Dá até para imaginar: “Meu Deus, que falsidade, que cara de pau!…” Claro, não que seja errado reunir-se em família para juntos, cear, rir, se divertir. E nem que todos que agem assim são falsos. De maneira alguma. A questão maior é a motivação.
Pois bem! Atendo-me ainda ao Natal – nada mais propício –, será que já nos questionamos o que é, de fato, o Natal? Por que Jesus feio ao mundo? O que significa para cada um de nós a Sua morte e ressurreição? Talvez essas sejam questões que ainda ecoam e retumbam em nossa mente, e que ainda não foram respondidas. Lógico, todo mundo sabe que Jesus é filho de José e Maria, que foi concebido pelo Espírito Santo e que nasceu em Belém, numa manjedoura de uma humilde estrebaria. Isso todos nós sabemos. Mas será que já nos demos conta da extensão e da magnitude disso tudo? Será que já nos apercebemos que tudo isso tem uma razão de ser, caso contrário nada teria acontecido? Pois é disso que quero tratar nessas linhas finais. E vou fazê-lo agora. E sem rodeios.
De imediato é bom que se diga claramente – e espero que não fique magoado e irado comigo – que o verdadeiro Natal nada tem a ver com peru, vinhos, castanhas, panetone; e nem tampouco com Papai Noel (de onde ele veio mesmo, hein?) presentes, árvore, presépio. Por mais que as intenções disso tudo seja a das melhores, sinto dizer que nada disso reflete, nem mesmo como sombra, o significado verdadeiro e sublime do Natal. Aliás (perdoe-me pela franqueza novamente), a expressão “Natal” não se encontra na Bíblia. “Mas, afinal”, talvez esteja se perguntando, “qual é a razão e o propósito de tudo isso? Que razões teria Jesus de vir ao mundo?” Simples e direto? Você. É porque Ele o (a) ama, que escolheu vir ao mundo e morrer por você. E a história não parou com a Sua morte. Pelo contrário, estava apenas começando, já que ressuscitou. O que significa também que o trabalho dEle contigo também só está começando.
Essa é a boa notícia. Que nem tudo está perdido, que a vida tem uma razão de ser, que a esperança não morreu, que o Natal tem sentido muito além daquilo que sabemos e vemos em todo fim de ano. O Salvador de se fez homem, como um de nós. Sabe o que é ser rejeitado, humilhado; sabe o que é dor, angústia, solidão. Basta ler os Evangelhos para constatar isso. Ao lê-los, O vemos junto aos sofredores, aos amargurados, aos enfermos, aos esquecidos e marginalizados. Se condoia com eles, partilhava da mesma dor e sofrimento, bem como da solidão. E o fato de hoje estar vivo entre nós – infelizmente, nem todos percebem isso – é uma prova mais que suficiente de que ainda nos ama, se importa conosco e por cada detalhe que nos cerca como o filho que não nos entende, o marido ou a esposa que não nos ama, a conta que ainda não conseguimos pagar, a casa ou o carro que ainda não temos, a comida e a roupa que não satisfaz. Enfim, a nossa dor é a Sua dor, a nossa angústia é a Sua angústia, as nossas lágrimas são as Suas lágrimas.
Esse é o verdadeiro sentido do Natal: o Jesus Homem se colocando como um de nós para nos salvar da condenação e juízo eternos. A Estrela da Manhã brilhando em nossos corações, o Carpinteiro talhando nossas vidas. O Natal há muito já chegou, bem como a salvação. Essa é a Boa Nova que jamais deve ser esquecida. Ele ainda nos ama (nunca deixou de nos amar), se importa conosco, deseja nos salvar. Se já somos salvos, resta-nos agora nos lançarmos em Seus braços. O Natal não foi ontem, e nem será amanhã. O Natal é agora. Que a luz de Sua graça irradie em nossos corações. Que a Salvação entre em nossas vidas. O Menino-Homem ressuscitou, e nos quer junto a Ele. Isso, sim, é festa! Isso sim é Natal!”

by: @DioneiMax

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