Porém

Olá, que você tenha uma ótima sexta, claro, abençoada pelo Nosso Deus.

Hoje seremos edificados através da palavra da irmã Nilma Gárcia Araújo , que fala sobre o “Porém” na vida do cristão.

“Eu, porém, invocarei a Deus, e o SENHOR me salvará.” (Salmos 55.16)

Eis que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição.” (Deuteronômio 11.26)

Noé, apenas um homem Íntegro entre toda a humanidade que havia se corrompido. O amor e o temor de Deus haviam sido abandonados. Deixar-se levar pelo fluxo do coletivo era o mais fácil a fazer. Contudo, Noé preferiu o “porém”. E caminhou na contramão da proposta do pecaminoso consenso comum a todos. Ele escolheu ser o “porém” e por causa dessa escolha ele e toda a sua família foi salva (Gn 6.8).

Raabe, filha de Jericó, nação que se preparava para guerrear contra o povo de Israel, os seus inimigos, contrariando toda a vertente comum entre os seus conterrâneos optou pelo “porém”. Ela escolheu o lado de Deus preferindo seguir as Suas instruções. De toda aquela cidade, somente ela e sua família se salvaram (Js 2.3 e 4 e 6.17).

Josué, depois de guerrear levando o povo de Israel a possuir a terra da promessa, reafirma o seu compromisso com Deus e seus princípios. Lembrando ao povo que Deus é fiel, mas a fidelidade do homem é uma questão de opção e que ainda que todos se desviassem, sua escolha era o “porém”, dizendo: “Porém, eu e minha casa serviremos ao senhor. “ (Js 24.15)

Hoje não temos que construir uma arca, nem lutar com armas forjadas em ferro, nem esconder espiões. Não lutamos fisicamente, mas o nosso inimigo continua multiplicando as suas manobras, arrastando milhares rumo ao abismo da separação de Deus, como em uma enxurrada morro abaixo. Deixar-se levar por estas águas certamente é o mais fácil e cômodo a fazer, no entanto, o seu destino não é tão agradável assim.

Graças a Deus ainda existe o “porém” que se apresenta como um barquinho em forma de cruz e com ele a possibilidade de não ceder ao apelo do terrível comodismo. Embarcar nesse barco e remar contra a correnteza é dizer: não, assumir uma posição de contramão do mundo e assim prosseguir. Ainda que cansados, olhando para o alto, aquietados na certeza da aprovação do Pai, que é o que realmente importa.

Eu, porém, invocarei a Deus, e o SENHOR me salvará.” (Salmos 55.16)

:: Nilma Grácia Araújo –

Artigo cedido pelo Portal Lagoinha.com

Léo Eliomar 

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