A disputa tem que acabar

A disputa é algo presente em nossas vidas desde que nascemos. Quem é o bebê mais lindo do berçário? Na escola quem nunca vendeu quilos de rifas para ser rei ou rainha da primavera? Sem contar que sempre estamos na disputa pelo posto de melhor aluno da sala, ou quem sabe até da escola, da cidade…

disputa

Começamos a crescer, e a competição aumenta gradativamente. Todos nos incentivam a isso. Agora temos que ser jovens superinteressantes para quem nos olha, pois é chegado o tempo do namoro. Sequer nos damos conta dessa disputa. Então vem o período do vestibular. Só os melhores sairão vitoriosos de uma seleção entre milhares.

Para uma vaga de emprego também podemos dizer que é um ringue. Ou você é o melhor dos melhores, ou nunca ganhará uma promoção, pelo contrário, corre o risco de perder sua fonte de renda. Disputar, disputar, disputar…. Sempre ser o melhor é uma tarefa árdua, não é mesmo?

Mas e a Obra do Senhor? Temos buscado o nosso melhor para executá-la? “Maldito aquele que fizer a obra do SENHOR fraudulosamente“. (Jeremias 48.10a) É nela que precisamos ser os melhores, almejar a excelência em servir ao Senhor. No entanto, aqui a disputa tem que deixar de existir.

Na obra do Senhor, os melhores são aqueles que renunciam à sua própria vida para servir ao Pai e para que Cristo venha a crescer (João 3.30). Nossa meta muda. Nosso alvo não pode ser buscar uma estratégia para vencer e derrotar os “irmãos-adversários”, pois, nosso dever agora é dividir, suportar e escolher amar a todos (sem exceção). Aquilo que recebemos do Pai é para glorificá-Lo, e não para nossa ostentação. A ordem passa a ser compartilhar o conhecimento e não mais retê-lo para vantagem própria.

O orgulho é substituído pela humildade, a arrogância pela simplicidade, a ira pelo domínio próprio e o ódio pelo amor. Essa transformação é dolorosa e precisa ser desejada por quem quer vivê-la, mas é necessária. Precisamos deste tratamento diariamente. É uma escolha: Eu morro para o mundo e Cristo brilha!

Ser “o melhor” na Obra para o Senhor (qual a motivação do coração? – Cuidado! Deus pesa isso (Provérbios 16.2b)), é entender que por nós mesmos não alcançaremos nada. É esvaziar-se de todos os conceitos adquiridos na “selva mundana” passada e dispor-se a ser cheio do Espírito Santo de Deus. É entender que toda a Obra é do Pai e que nós somos apenas instrumentos em Suas mãos.

No amor de Cristo,

:: Bruna e Rhanúsia

Twitter @rhanusia/@tavaresbru

 

 

 

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