Universal Music entra no segmento musical cristão

Empresa fundada por Leo Ganem e Emilio Magnago é focada no segmento cristão e tem parceria com a Universal Music.

 Universal Music

A partir deste mês de setembro, iniciam-se as operações da Um Entretenimento, fundada por Leo Ganem, que foi CEO da GEO Eventos e da Som Livre, e Emilio Magnago, ex-diretor comercial da Som Livre. Primeira agência brasileira focada no segmento musical cristão, a Um apresenta modelo de negócios inédito no país e tem parceria com a Universal Music. Com sede no Rio de Janeiro e planos de abrir unidades em São Paulo e em Belo Horizonte até meados de 2014, a empresa tem previsão de faturar R$ 10 milhões em seu primeiro ano – excluindo o faturamento da Universal com a venda de CDs, DVDs e faixas digitais. 

“Vamos trabalhar com bandas, ministérios, pastores, padres e profissionais que usam diversos estilos musicais para transmitir as suas mensagens. A Um Entretenimento vai prover para esses cantores e cantoras todo o apoio de gestão de carreira, marketing (inclusive digital),agendamento de shows e relações públicas, afirma Ganem. Além disso, através de uma parceria exclusiva com a Universal, a Um Entretenimento vai apoiar a produção, a distribuição e a venda de produtos físicos e digitais desses artistas no Brasil e no mundo. 

“Com esse movimento, a Universal passa a investir com força em um segmento que cresce mais de 30% ao ano e que já se configura como o segundo mais consumido do país, atrás apenas do sertanejo”, explica José Eboli, presidente da Universal Music no Brasil. 

Segundo Magnago, a agência funcionará como um departamento de A&R (Artístico e Repertório) e de marketing cristão da Universal. Ela fará a ponte com os artistas, negociará contratos e criará, junto com a equipe da Universal, a estratégia de marketing e vendas do casting evangélico e católico. Um artista pode assinar só com a gravadora ou com as duas empresas, utilizando os serviços que melhor lhe convier. “Priorizamos nomes que são do interesse da Universal. Mas se por acaso a gravadora não puder ou não tiver interesse em determinado artista, estamos livres para trabalhá-lo separadamente, somente como agência”, comenta. Neste primeiro momento, a empresa tem previsão de atuar com 20 profissionais. 

Por:Renata Cenízio

Label Manager

Universal Music Brazil

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